Unimed Costa do Sol apoia capacitação sobre doenças infecciosas
A preparação dos profissionais de saúde para o atendimento de casos suspeitos de malária, febre amarela e febre maculosa foi tema de um treinamento realizado no dia 2 de outubro, no Hospital Unimed Costa do Sol. A iniciativa foi promovida em parceria pela Unimed Costa do Sol, Prefeitura de Macaé, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, e Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro, reunindo profissionais para ampliar conhecimentos e aprimorar a assistência aos pacientes.
Ministrado pelo médico infectologista Rafael Galliez, da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro, o treinamento foi destinado a acadêmicos, enfermeiros e médicos da região. A capacitação teve como objetivo atualizar os profissionais sobre o diagnóstico e o manejo das três doenças, contribuindo para a identificação precoce dos casos e para uma assistência mais segura e adequada aos pacientes.
Para a médica infectologista da Unimed Costa do Sol e do Hospital da Irmandade São João Batista de Macaé, Dra. Glaura Martha Florim Terra, a proximidade entre os serviços de saúde e a Vigilância Epidemiológica é fundamental para fortalecer a preparação dos profissionais.
“Essa parceria entre a Vigilância Epidemiológica do município de Macaé e o Hospital Unimed Costa do Sol é muito importante. Temos mantido uma relação bastante próxima, e é fundamental incentivar esse trabalho conjunto e promover treinamentos sobre doenças que podem impactar de forma significativa a saúde da população, como a malária, a febre maculosa e a febre amarela.”
A médica também destacou a importância da participação dos profissionais que atuam diretamente no atendimento aos pacientes, especialmente nas emergências. Segundo ela, a capacitação pode contribuir para que os casos sejam reconhecidos e tratados de forma mais rápida e adequada.
“Também é muito importante que nossos profissionais participem dessas capacitações, principalmente aqueles que atuam na emergência. É nesse atendimento inicial que muitas vezes são identificados os casos mais leves, e uma intervenção adequada e precoce pode fazer uma diferença importante na evolução dos pacientes.”
A importância da capacitação também foi reforçada por Luciane Furtado, enfermeira e coordenadora da Vigilância Epidemiológica do município de Macaé. Segundo ela, embora as doenças abordadas no treinamento geralmente não sejam endêmicas na região, é necessário que as equipes estejam preparadas para identificar e conduzir possíveis casos.
“O tema que trouxemos para este treinamento é muito importante para a saúde, especialmente porque são doenças que, geralmente, não são endêmicas da nossa região. Por isso, precisamos aperfeiçoar o conhecimento e capacitar os profissionais para que, diante de um caso, saibam identificar e manejar o paciente da melhor forma possível.”
A iniciativa reforça a importância da integração entre os serviços de saúde e da educação permanente dos profissionais, contribuindo para o fortalecimento da assistência e para uma atuação mais preparada diante de casos suspeitos dessas doenças.