NUCA Jovens: Cooperflora conclui primeiro ciclo de desenvolvimento para jovens colaboradores

Em pouco mais de oito meses, 19 jovens entre 16 e 21 anos passaram por uma experiência que, segundo eles mesmos, mudou a forma como se relacionam com o trabalho — e consigo mesmos. É o resultado do primeiro ciclo do NUCA Jovens, programa de desenvolvimento socioemocional da Cooperflora encerrado recentemente com índices que chamam atenção: avaliação média de 4,97 em 5 e 100% dos participantes relatando maior consciência sobre suas próprias escolhas.
O programa não nasceu de uma tendência do setor. Nasceu de um diagnóstico interno. Gestores identificavam, na operação do dia a dia, um padrão recorrente entre os colaboradores mais jovens: dificuldade de autogestão, baixa autonomia para lidar com situações imprevistas e ruídos frequentes de convivência entre equipes. A resposta da Cooperflora foi estruturar uma trilha formativa — não corretiva.
Como o programa funcionou
Ao longo de 16 encontros quinzenais, divididos em duas turmas simultâneas, os participantes trabalharam um conjunto de competências consideradas críticas para o início da vida profissional: autoconhecimento, comunicação, inteligência emocional, trabalho em equipe e responsabilidade. No total, mais de 150 horas de desenvolvimento humano foram entregues ao longo do ciclo.
O programa iniciou com 24 jovens e foi concluído por 19 — taxa de conclusão de 79%, com presença média de 80% nos encontros. Para um público nessa faixa etária, com rotina de trabalho ativa e sem obrigatoriedade de participação, os números indicam forte adesão, uma vez que a participação não era obrigatória.
O que mudou — na percepção de quem viveu
Os dados de avaliação final revelam um padrão consistente. Todos os participantes declararam maior consciência sobre suas escolhas e sobre a responsabilidade pelo próprio desenvolvimento. Oito em cada dez afirmaram perceber mudança clara em si mesmos.
Os relatos qualitativos apontam na mesma direção: mais controle emocional em situações de pressão, mais segurança para se posicionar diante de colegas e lideranças, e uma forma diferente de lidar com conflitos — não os evitando, mas navegando por eles com mais maturidade.
O que os gestores enxergaram
A percepção de quem acompanha os jovens no trabalho corrobora os dados de autoavaliação. Noventa e dois por cento dos gestores identificaram aplicação prática das mudanças no cotidiano das equipes. Todos recomendariam o programa para um novo ciclo.
As principais evoluções apontadas: postura profissional, comunicação, controle emocional e trabalho em equipe — exatamente as competências trabalhadas ao longo da trilha. Os resultados na operação seguem a mesma linha: redução de comportamentos reativos, mais autonomia dos jovens na rotina, melhora na convivência entre times e maior previsibilidade nas entregas.
Desenvolvimento como estratégia cooperativista
Para a Cooperflora, o NUCA Jovens é parte de um entendimento mais amplo sobre o papel de uma cooperativa em relação às pessoas que a compõem — especialmente as que estão no início da vida profissional.
Ao conectar desenvolvimento humano com a cultura cooperativista, a Cooperflora aposta na construção de um ambiente de trabalho mais saudável e mais coerente com seus próprios valores. E contribui, ao mesmo tempo, para que jovens cheguem ao mercado com mais ferramentas para crescer — independentemente do caminho que escolherem seguir.
Fonte: Cooperflora